Sim, sim, as bizarrices. Essas coisas toscas que não me abandonam. Nada, mas nada mesmo poderia me preparar para o que vi.
Era uma segunda-feira comum, e eu voltava do médico no finzinho da tarde. Estava com o velho Átila, parado no semáforo da saída do Parque no sudoeste. Foi aí que tudo aconteceu.
Eu estava distraído, mas percebi a aproximação de um daqueles artistas de rua. E quem eu vejo?
Elke Maravilha, é claro!!!!
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Ok, vocês já tiveram seu momento para digerir a informação. Mas não é só isso! No pacote de bizarrices, quem estava junto? Sim, ele.
Naquele momento o velho Matuck sabia que estava em outra dimensão. Tempo, espaço e matéria não seguiam mais as leis da física. O Matuck duvidava da sua sanidade…
Ok, passou. Olhei bem para aquelas entidades, sem saber se pegava meu bloco de autógrafos, armava a câmera do celular ou ainda um machado. Afinal, pareciam versões zumbis dos astros. Cara, que porra era aquela? Dois mendigos encheram o rabo de cana (huuummm… frase dúbia, essa) e tiveram a brilhante idéia de um vestir uma peruca rosa, o outro usar uma cartola e tentarem a sorte nos semáforos como… artistas de rua? Os infelizes mal se sustentavam em pé! E abordavam os carros pedindo ajuda para um espetáculo beneficente que nem Ned Flanders acreditaria! Eu olhava pra eles e perdia o fôlego de tanto rir.
Notas do Matuck:
- Alegoria: 2
- Luxo: -10
- Cara de Pau: 9,5
Se eu dei dinheiro? Claro que não.
PS: Vocês já viram o quanto a Elke Maravilha era gata, quando jovem? PQP!!!
PS2: Um ótimo console.
PS3: Teve o bug do milênio em 2010. Shame on you, Sony!

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